quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Para Refletir - Gentileza de meu amigo Antônio


quinta-feira, 25 de julho de 2013

O ESTRANHO



Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho,
recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador
personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha
família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares:
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me
ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber
de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de
nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha
para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado
alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o
estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa
casa? Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que
nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem
problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus
ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos
animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos
e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram
às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados
fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de
meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para
nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como
era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais,
ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém
quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe
companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.

Obs.:

Agora, este Televisor tem uma esposa que se chama Computador, e um
filho que se chama Celular! E um sobrinho com o nome de Tablet...
Acho que devemos ter muito cuidado com estes TRÊS novatos, já que o
primeiro foi a lareira da sala de visitas de nossas vidas, onde
queimamos nossas raízes...

Texto gentilmente enviado pela Katia Ribeiro.

domingo, 2 de junho de 2013

Resposta a uma amiga que me perguntou no Facebook de que música eu gosto

Oi Angela, gosto muito de música e só aprecio canções que tocam meu coração por terem letra que transmitam alguma mensagem. Tem uma música que ouço todos os dias, chama-se Cavatina, já pesquisei perguntando a muita gente mas ninguém sabe nada sobre ela, tenho três versões, duas em piano e uma em violão. Essa música me lembra a vida, gosto muito. E você como vai? Tenho visto que tem chovido muito no Rio, espero que esteja bem. Ontem eu estava em uma praça aqui em Sorocaba esperando um amigo de Niterói a quem havia emprestado meu carro pois ele estava buscando casa para alugar por aqui e se atrasou em me buscar. Chegou um senhor negro, morador de rua, bem magro, já idoso, e começou a tocar um samba em umas caixas de papelão que estavam dentro de uma grande caixa de lixo. Ele tocou e cantou. A letra era muito filosófica e me agradou bastante e o ritmo estava perfeito e bem tocado. Quando passou por mim eu o parabenizei pela música e ele parou para conversar. Eu queria saber da música, mas ele queria falar sobre si mesmo e nada fiquei sabendo sobre a música, que tinha uma letra que dizia algo como "é preciso compreender o não". Ele se expressou de maneira muito educada e com um português perfeito. Perguntei-lhe o nome e ele me disse chamar-se Celestino e estava com ele uma cachorrinha que, perguntado a respeito, me contou chamar-se Princesa. Ele falou que falava 5 idiomas e me contou algumas passagens de sua vida. Havia lugar no banco da praça mas ele não quis se sentar ao meu lado, sentou-se no chão enquanto conversávamos embora eu tenha insistido com ele para que sentasse ao meu lado. Chegou meu amigo com o meu carro e eu estendi a mão para ele para me despedir. Ele se ergueu e me abraçou. Apreciei muito conversar com ele e posso dizer que aprendi alguma coisa com ele. Perguntou me nome e eu respondi e lhe disse - Deus o abençoe. Ele respondeu amém. Posso afirmar que foi um dos pontos altos de meu dia ontem. Espero reencontrá-lo algum dia. Pertenci a uma família muito estranha quando era criança. Lá não se escutava rádio portanto não sei muita coisa sobre música e menos ainda sobre canções. Mas sempre soube apreciar o que é belo, principalmente musicas instrumentais não cantadas. Bjs.
Pesquisei na Internet mas não achei o samba que ele cantava, encontrei algo parecido que transcrevo a seguir, se alguém souber de algum samba com essa letra me conte por favor.  Obrigado.

Alguma vezes
(Weverson Garcia )

Algumas vezes a gente perde o chão,
Algumas vezes a gente se sente no céu
Algumas vezes é preciso entender o não
Algumas vezes a gente é réu.

Algumas vezes a gente sorri
Algumas vezes nem quer sentir
Algumas vezes prefere sumir
Outras tantas vezes, só ouvir

Algumas vezes a gente quer bem
Algumas vezes a gente espera
Algumas vezes ela espera também
Algumas vezes entramos em guerra

As vezes, a gente supera
As vezes a gente se ilude
As vezes pensamos na era
Daninha que do cimento eclode

As vezes, nem sorrir se pode
As vezes quem a gente ama , num pode
As vezes, no inicio da manha a gente explode

As vezes, somente as vezes, a gente se cala
E não por não saber o que falar
E sim por que falar tudo as vezes é não calar.

As vezes eu me sinto tonto,
As vezes eu me sinto esperto
Mas a certeza do meu peito é teu espanto

a certeza muda em no segundo
em que a boca aberta solta brado
”querida, amor, eu te amo tanto”
Mesmo sabendo que deviria ficar calado... 

sábado, 1 de junho de 2013

A Incrível História de um Pianista

Este texto divulgado por Marcio Kühne merece ser compartilhada:
Para saber mais sobre o autor siga o link: http://www.marciokuhnenews.com.br/marketing/preview/index.php?news1_cod=400&clie1_cod=367097  As mensagens do Kühne costumam ser ótimas, pena que o site dele dificulte tanto divulgar a obra dele, não há como copiar, tenho que usar o Print Screen e fazer verdadeira ginástica para incluir o artigo aqui.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Amizade segundo o Chico Xavier.

Este post é uma gentileza do meu amigo Celso Zuchelli de Ponta Grossa no Paraná.
Homem de princípios, que ajuda seu próximo com mensagens edificantes no Facebook.